Independente

Ala das Baianas

O sorriso sempre estampado no rosto, a presença marcante nos eventos e o tempero saboroso nas tradicionais feijoadas. A leveza no giro, a graça no porte da pesada fantasia e aquela magia que deslumbra foliões e turistas. A Ala das Baianas reúne uma coleção infindável de adjetivos e não à toa é uma das mais importantes alas de uma escola de samba.

Coordenadores: Carla Predolin, Eliane Nunes, Domingos e Luiz

Curiosidade

Os primeiros registros sobre a Ala das Baianas são da década de 1930 em que ela era formada por homens portando navalhas. Eles desfilavam nas laterais das escolas e tinham como maior objetivo defender as agremiações em caso de brigas. A Ala das Baianas no formato que conhecemos hoje foi criada pela Mangueira no biênio 1960-1962, sendo 125 senhoras coordenadas por D. Neuma.

(Fonte: Site Saber Global)

Bateria

BATERIA RITMO FORTE – Mestre Klemen Gioz

Samba Ritmo forte

Curiosidade

Um dos setores mais importantes das escolas de samba que precisa de muito ensaio para funcionar é a bateria, o conjunto de percussão que é o verdadeiro coração da escola. A bateria de uma escola de samba funciona como uma orquestra sinfônica e, em geral, é composta por mais de trezentos músicos. Como toda orquestra, as baterias de escolas de samba também possuem o seu maestro, que no caso é o diretor de bateria, também chamado mestre de bateria, ele é quem comanda as batidas do nosso coração.

Carnavalesco

André Cezari, Roberto Monteiro, Anderson Rodrigues

Curiosidade

O carnavalesco é o profissional que organiza o desfile de Carnaval para uma escola de samba. Ele atua desde a escolha do tema-enredo até o momento em que os componentes, junto aos carros alegóricos, entram na avenida para o desfile. Para montar um dos maiores espetáculos da terra.

Comissão de Frente

Coreógrafo: Anderson Rodrigues

 

Curiosidade

As comissões de frente mais antigas apresentavam os integrantes da direção da escola carregando bastões, como se estivessem armados para proteger a escola. A Portela foi a primeira escola de samba a inovar nessas apresentações, levando para a passarela do samba os integrantes mais bem vestidos, com fraque e cartola, fazendo coreografias ritmadas com o samba, A comissão de frente é um quesito apresentado pelas escolas de samba, onde se apresentam dando boas vindas ao público bem como aos jurados.

Intérprete

Pê Santana
Rafael Pinah

Curiosidade

As pastoras cantavam a primeira parte do samba e a segunda ficava a cargo dos chamados versadores ou mestres do canto, precursores dos puxadores de samba. O intérprete/puxador faz o marketing da escola, torna-se o foco de atenção no que se refere à interpretação do samba e sua comunicação eficiente no espaço cênico.

O intérprete e o coro têm funções diferenciadas: o intérprete na função de imagem direta da escola, é a primeira voz (voz guia) canta o samba e em alguns momentos realiza chamadas (cacos) que dão a identidade do samba ou do intérprete em si e o coro é o apoio, fundamental para manutenção e sustentação do samba na avenida. Enquanto o intérprete canta ou realiza cacos para chamar atenção do público e dos desfilantes, o coro harmônico possibilita expressividade, leveza e qualidade na apresentação

Mestre Sala e Porta Bandeira

Primeiro Casal – Cleydson Ferreira da Silva e Lenita Pereira Magrini
Segundo Casal – Vitor Hugo Oliveira Barbosa e Verônica Aparecida do Nascimento
Terceiro Casal – Felipe Gabriel de Castro Freire Oliveira e Ive Pucci Hildebrand
Casal Mirim – Hugo Jones pereira e Kihara Caroline dos Santos Costa
Coordenadora: Rozely Gonçalves Barboza

Curiosidade

O bailado de um casal de mestre-sala e porta-bandeira encanta por vários motivos. Primeiro, é claro, pela dança. Mas não é só isso. É ela carregando o pavilhão que simboliza a sua escola. Ele cortejando a dama e protegendo-a. Aquela conexão, a troca de olhares que, mesmo com aqueles incontáveis giros de uma coreografia sempre param no mesmo lugar: um no outro.
Um toque de mãos, um gesto no olhar, a doce harmonia da cumplicidade! O quesito mestre-sala e porta-bandeira é um dos que mais têm pressão sobre os seus integrantes. Afinal, depende apenas de duas pessoas uma nota que têm exatamente o mesmo peso de uma avaliação de bateria, por exemplo.

Corte de bateria

Rainha: Helena Soares
Musa da bateria: Mariana Pedro 

 

Curiosidade

A intenção de se colocar uma rainha de bateria é de que a mesma auxilie o mestre de bateria no comando da ala de percussão, levando mais animação para os instrumentistas, puxando o samba, não deixando o ritmo cair.

Aos poucos, outras escolas foram adotando a figura da rainha de bateria e hoje a maioria das agremiações, tanto do Rio como de São Paulo, contam com mais esse elemento de beleza, que enfeita o desfile.

A rainha de bateria não é um quesito avaliado individualmente, mas encaixa-se em alegorias e adereços. São avaliadas suas fantasias, seu empenho durante o desfile, se realmente comanda a percussão e anima os integrantes.

Velha Guarda

Nossa admiração, respeito e gratidão aos coordenadores:

Edson Silveira Correia Assunção (Murphy)
Emerson Trindade (Boy)
Moisés Paulino (Careca)
Célia Miotti
Kleber Silveira (Diadema)

Curiosidade

A Velha Guarda tem uma importância fundamental não somente para as Escolas de Samba, mas também para a cultura do samba como patrimônio de uma das mais tradicionais cultura genuinamente brasileira, que é o samba.

Entendemos que a principal função de uma Velha Guarda é justamente manter viva as tradições, matriz fundamental que diferencia o carnaval brasileiro do restante dos carnavais que acontecem no mundo. Antigamente a Velha Guarda vinha na frente apresentando a escola, e, após apresenta-la, retirava-se para as laterais aguardando a passagem da agremiação voltando ao final cumprimentando o público e encerrando o desfile. Hoje, com o advento do CARNAVAL SHOW, foi substituída, na abertura do desfile, pela comissão de frente.